Gestão de riscos que sustenta auditoria.
18 anos implantando os sistemas de quem responde à Resolução CMN nº 4.557.
- 18 anos
- de operação
- 100+
- projetos implantados
- 6
- sistemas próprios
- 2
- escritórios, Ribeirão Preto e São Paulo
Seis sistemas, três frentes.
Todo sistema da m2i começa por SG, de Sistema de Gestão; as duas letras seguintes dizem a disciplina. Juntos, cobrem os requisitos qualitativos e quantitativos exigidos na Resolução CMN nº 4.557, além de compliance e auditoria. Veja a estrutura inteira e em que passo do ciclo cada um atua.
Risco
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SGRO
Risco Operacional Registra evento de perda, avalia controle e mantém a matriz viva entre uma auditoria e outra.
- Processos e riscos
- Monitoramento
- Perdas operacionais
- Compliance
- Projeções
- Auditoria
- Estrutura
- Relatórios
- 8 grupos, 31 recursos
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SGRC
Risco de Crédito Põe exposição, limite e provisão na mesma tela, com a trilha que o regulador pede.
- Carga de dados
- Cenários e indicadores
- Gestão da carteira
- Relatórios
- 4 grupos, 31 recursos
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SGRL
Risco de Liquidez Fluxo projetado, teste de estresse e acompanhamento de limite, dia a dia.
Detalhamento em breve. O sistema está em operação; o que falta aqui é a lista de recursos.
Conformidade
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SGCC
Compliance e Controles Internos Política, controle e teste de conformidade num lugar só, com a evidência anexada ao teste.
Detalhamento em breve. O sistema está em operação; o que falta aqui é a lista de recursos.
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SGCA
Controle e Auditoria Planeja o ciclo, executa o papel de trabalho e acompanha o apontamento até o fechamento.
- Planejamento
- Gestão do programa
- Encerramento
- Pós-auditoria
- Relatórios
- 5 grupos, 25 recursos
Continuidade
-
SGCN
Continuidade de Negócios BIA, estratégia, plano e o registro dos testes — o que a auditoria pede para ver.
Detalhamento em breve. O sistema está em operação; o que falta aqui é a lista de recursos.
O que os seis têm em comum.
Auditoria interna, auditoria externa e regulador pedem as mesmas coisas, em qualquer disciplina de risco. Isso está na base de todos os sistemas, não em módulo vendido à parte.
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Trilha de auditoria
Toda alteração fica registrada com autor, data e valor anterior. É o primeiro pedido de qualquer auditor.
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Evidência presa ao registro
O documento fica anexado ao teste, ao evento ou ao plano de ação — não numa pasta paralela que ninguém acha depois.
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Plano de ação
Com responsável, prazo e situação. Acompanhado até fechar, em vez de virar planilha à parte.
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Alçada e aprovação
Quem pode aprovar o quê, por perfil, com o registro de quem aprovou e quando.
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Painéis e relatórios
Indicadores, matriz consolidada e os relatórios que a área precisa entregar para dentro e para fora.
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Ajuste ao cliente
Todos os sistemas têm requisitos padrão e podem ser customizados conforme a necessidade do cliente.
O software resolve uma parte.
A outra parte é gente que já implantou estrutura de risco em banco, corretora, cooperativa de crédito, seguradora, administradora de consórcio, securitizadora e indústria.
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Softwares
Os seis sistemas, prontos para os requisitos regulatórios e customizáveis conforme a necessidade do cliente.
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Consultoria
Assessoramento e operação assistida: mapeamento de processos com foco em risco operacional, matrizes de risco e avaliação de controles, BIA e estratégias de continuidade, planos e seus testes, riscos físicos, políticas e governança corporativa de riscos.
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Softwares sob demanda
Quando o processo não cabe em sistema de prateleira, a m2i desenvolve e adapta. É de onde saem os projetos do M2INOVA.
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Treinamento e capacitação
Workshops e formação para a equipe que vai operar a estrutura depois que o projeto termina.
Aqui entra a prova.
Seção reservada
Logo de cliente, um case com o antes e o depois, e uma métrica de resultado. Setor regulado compra por confiança, e esta é a única seção do site que depende de dado que só a m2i tem.
Vamos olhar o seu cenário.
Conte em que ponto está a sua estrutura de risco: implantação nova, troca de sistema, exigência de auditoria ou plano de ação em aberto.