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Os seis sistemas, um a um.

Que problema cada um resolve, qual área da instituição opera e o que ele faz por dentro.

O nome é uma regra, não um código. Todo sistema começa por SG, de Sistema de Gestão, e as duas letras seguintes dizem a disciplina: RO é risco operacional, CN é continuidade de negócios. Aprendida uma vez, a regra abre os seis.

Três frentes, seis fichas.

Risco mede o que pode dar errado. Conformidade prova que o controle existe e funciona. Continuidade responde ao que fazer quando para.

Risco.

SGRORisco Operacional

O evento de perda é anotado numa planilha e a matriz de risco envelhece entre uma auditoria e outra. O SGRO junta os dois no mesmo registro.

Para quem
Gestão de riscos e controles internos de banco, corretora, cooperativa de crédito, seguradora, administradora de consórcio, securitizadora e indústria.
O que faz

Processos e riscos

  • Mapeamento de processos
  • Matriz de risco
  • Probabilidade × impacto estatístico
  • Dicionário de riscos
  • Avaliação periódica
  • Plano de ação

Monitoramento

  • Autoavaliação
  • Não conformidades
  • Planos de ação
  • Conformidades
  • Testes de controles

Perdas operacionais

  • Mapeamento
  • Classificação
  • Tratamento
  • Integração contábil

Compliance

  • Gestão normativa
  • Workflow
  • Monitoramento
  • Tratamento
  • Aderência e consulta
  • Questionário avulso

Projeções

  • Modelagem dos dados
  • Perda esperada
  • VaR (modelos avançados)

Auditoria

  • Auditoria do sistema
  • Integração com auditoria

Estrutura

  • Multiempresa
  • Parâmetros flexíveis

Relatórios

  • Básicos
  • Personalizados
  • Relatório de aderência
Âncora normativa
Resolução CMN nº 4.557, requisitos qualitativos e quantitativos de risco operacional.

SGRCRisco de Crédito

Concentração e provisão vivem em relatórios separados, e o limite só aparece depois de estourado. O SGRC põe exposição, limite e provisão na mesma tela.

Para quem
Gestão de riscos e área de crédito de banco, cooperativa de crédito, securitizadora e administradora de consórcio.
O que faz

Carga de dados

  • Layouts padronizados ou API
  • Carga analisada pelo sistema
  • Validação de dados
  • Correção automática
  • Cálculos padronizados
  • Rotinas facilitadoras do processo

Cenários e indicadores

  • Concentrações
  • V@R de crédito
  • Exposições
  • LGD, PD e PE
  • Estressamento 1, 2 e 3
  • Maiores posições

Gestão da carteira

  • Monitoria dos indicadores de risco
  • Fatores de avaliação
  • Evolução do rating das contrapartes
  • Cálculo e avaliação da perda esperada no ano
  • Visão da deterioração das carteiras e garantias
  • Avaliação da concentração
  • Alocação da carteira por segmento PJ e PF
  • Centralização por setor econômico
  • Distribuição por tipo de produto
  • Análise de perda esperada por produto
  • Produtos com garantia real e sem garantia

Relatórios

  • Diversos filtros e formatos
  • Gráficos ilustrativos
  • Visões consolidadas
  • Visões por segmento
  • Enquadramentos e concentrações
  • Posições e exposições
  • Movimentação de ratings
  • Testes de estresse
Âncora normativa
Resolução CMN nº 4.557, gerenciamento do risco de crédito.

SGRLRisco de Liquidez

A projeção de caixa é refeita à mão toda semana e o teste de estresse só existe no dia da auditoria. O SGRL deixa os dois rodando.

Para quem
Tesouraria e gestão de riscos de banco, cooperativa de crédito, corretora e seguradora.
O que faz

Detalhamento em breve. O sistema está em operação; o que falta aqui é a lista de recursos.

Âncora normativa
Resolução CMN nº 4.557, gerenciamento do risco de liquidez.

Conformidade.

SGCCCompliance e Controles Internos

A norma está num arquivo, o controle está noutro e a evidência do teste está no e-mail de alguém. O SGCC amarra os três.

Para quem
Compliance e controles internos de instituição regulada.
O que faz

Detalhamento em breve. O sistema está em operação; o que falta aqui é a lista de recursos.

SGCAControle e Auditoria

O ciclo é planejado numa planilha, o papel de trabalho fica no computador do auditor e o plano de ação some depois do relatório. O SGCA fecha o ciclo.

Para quem
Auditoria interna e área de controles de instituição regulada.
O que faz

Planejamento

  • Plano anual de auditoria
  • Equipes e workflow
  • Projetos pontuais
  • Programas padronizados
  • Modelos de relatórios
  • Férias e treinamentos
  • Orçamento da auditoria

Gestão do programa

  • Execução on-line e off-line
  • Mudanças de equipes e revisores
  • Controle de horas e despesas
  • Aprovação de exames
  • Encerramento da auditoria
  • Envio de notificações ao auditado
  • Notificação de FMR
  • Envio de exames para revisão

Encerramento

  • Encerrar o programa quando todos os exames terminam
  • Envio do X-Relatório
  • Notificações de pendências a regularizar

Pós-auditoria

  • Envio do relatório final
  • Acompanhamento pós-auditoria
  • Monitoria dos planos e apontamentos

Relatórios

  • Básicos e X-Relatório
  • Relatório ao BACEN
  • Personalizados CA e CF
  • Relatório de aderência

Continuidade.

SGCNContinuidade de Negócios

O plano de continuidade é escrito uma vez, guardado e nunca testado. O SGCN mantém o plano preso ao BIA e ao calendário de testes.

Para quem
Continuidade de negócios e gestão de riscos de instituição regulada.
O que faz

Detalhamento em breve. O sistema está em operação; o que falta aqui é a lista de recursos.

Âncora normativa
Resolução CMN nº 4.557, continuidade de negócios.

Qual dos seis é o seu ponto de partida?

Conte em que ponto está a sua estrutura de risco: implantação nova, troca de sistema, exigência de auditoria ou plano de ação em aberto.